• Leticia Cupulille

Zagueira artilheira


Para quem acompanha o futebol feminino de perto, acaba sendo normal vivenciar comemorações por conquistas que não deveriam ser conquistas, mas sim direitos básicos.


Mas tudo bem, esse não será o tema deste texto.


Líder nata, Aline deixou o seu legado por onde passou. Agora na CBF, promete ser revolucionária tanto para a modalidade, quanto para as mulheres que almejam atuar no mercado do futebol. #lugardemulheréondeelaquiser


A questão da equidade salarial deve ser tratada como um direito básico. Igualdade. A CBF apenas cumpre com a sua obrigação ao equiparar a remuneração de pessoas que exercem a mesma função.


Celebrações voltadas para esses acontecimentos só reforçam o quanto nossa sociedade ainda possui valores distorcidos. O problema é que a desigualdade virou padrão.


Porém, com a ajuda da nossa capitã, tenho certeza que em pouco tempo poderemos desfrutar de reais conquistas, ou melhor, conquistas em campo. Títulos que essa seleção feminina, marcada pela superação e paixão pelo futebol, já merece há muito tempo.


E até lá, a Soul, com Aline e outras figuras importantíssimas para o fomento de modalidades repletas de talento e desprovidas de oportunidade, seguiremos na luta, focados em gerar mais oportunidades para vocês.

Cá entre nós, na humilde opinião de quem já praticou e sabe das dores dessa modalidade, os feitos da Aline em campo e fora me fazem pensar que a Pellê já tem mais gols que o Pelé.

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